O dólar comercial fechou a R$ 5,373, com alta de 0,08% nesta 6ª feira (16.jan.2026). A moeda norte-americana atingiu R$ 5,365 na mínima e R$ 5,395 na máxima. Subiu 0,15% na semana. O Ibovespa, principal índice da B3 (Bolsa de Valores de São Paulo), registrou queda de 0,46%, aos 164.799,98 pontos. Na semana, subiu 0,88%.
Nesta 6ª feira (16.jan), os investidores reagem ao resultado acima do esperado da prévia do PIB (Produto Interno Bruto). O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica) do Banco Central mostrou que a economia brasileira cresceu 0,7% em novembro ante outubro, na série com ajuste sazonal. Os agentes financeiros esperavam uma alta de 0,3% no período.
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Na 5ª feira (15.jan), o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou que as vendas do comércio subiram 1,0% em novembro ante outubro, também acima das estimativas dos economistas.
André Valério, economista sênior do Banco Inter, disse que o IBC-Br surpreendeu positivamente, e que o resultado destoou dos dados divulgados pelo IBGE, que apontaram estabilidade da indústria e recuo de 0,1% dos serviços no mês.
“Esse resultado, em conjunto com o dado de inflação divulgado na semana passada, praticamente elimina a possibilidade de um corte da Selic em janeiro. Ainda assim, acreditamos que as condições para o início da flexibilização da política monetária estão dadas, o que deve ocorrer a partir da reunião de março”, disse o economista.
Os investidores estrangeiros colocaram R$ 1,6 bilhão na Bolsa na 4ª feira (14.jan), último dado disponível. No mês, o saldo está positivo em R$ 4,6 bilhões.
Usado para medir a confiança na economia, o CDS (Credit Default Swap) de 5 anos, o risco-país, registrou 137 pontos nesta 6ª feira (16.jan). Há 1 ano (16.jan.2025), registrava 186.


